Infecções Sexualmente Transmissíveis: Ministério da Saúde atualiza orientações e reforça prevenção

Essa orientação todo mundo, com certeza, já ouviu muitas vezes: quem faz sexo sem proteção corre um alto risco de se contaminar com doenças sexualmente transmissíveis. A lista é grande: herpes genital, sífilis, gonorreia, infecção pelo HIV, papilomavírus e hepatites A e B. Todo mundo quer passar longe de todos esses nomes, mas, mesmo assim, os casos ainda são frequentes, principalmente entre os jovens. Por isso, o Ministério da Saúde atualizou o protocolo com as recomendações de prevenção.


O Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas para Atenção Integral às Pessoas com Infecções Sexualmente Transmissíveis (IST) orienta pessoas sexualmente ativas e alinha o combate à transmissão em todo o país. No Sistema Único de Saúde (SUS) tem tratamento e testes para várias dessas doenças, além de ser referência no tratamento do HIV.


E quando é hora de procurar uma unidade de saúde? Alguns sinais, como manchas, secreções, são fáceis de perceber em casa, no banho, por exemplo e são alertas para procurar orientação médica imediatamente. Não tem razão para ter vergonha e é importante lembrar que, quanto mais cedo o diagnóstico acontecer, mais chances de um tratamento eficaz. É importante também avisar o parceiro ou parceira sobre a situação.


A principal forma de se prevenir e não precisar se preocupar com nenhuma infecção sexualmente transmissível é bem simples: usar preservativo masculino e feminino em todas as relações sexuais. E nem precisa comprar, eles estão disponíveis, gratuitamente, em todas as unidades de saúde do país.  


Infecções Sexualmente Transmissíveis


As infecções sexualmente transmissíveis são causadas por vírus, bactérias ou outros microrganismos. Elas são transmitidas, principalmente, por meio de contato sexual (oral, vaginal, anal) sem o uso do preservativo masculino ou feminino, com uma pessoa que esteja infectada. A transmissão também ocorre da mãe para o bebê durante a gestação ou amamentação. 


Fonte: Ministério da Saúde


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